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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Desapego

Disponibilidade e Entrega

  "Gostaria de vos falar hoje acerca das questões periféricas do trabalho essencial. O trabalho essencial é a ampliação da vossa consciência, através do incremento da vibração global do ser, começando pelas células. Isso faz-se através da purificação das várias vertentes da vida, treinando a aceitação incondicional do que vos acontece, e criando o hábito de considerarem todas as experiências como a matéria-prima da vossa ascensão. Ou seja, o trabalho essencial é a vossa sintonia com as novas frequências da Terra. No entanto, muitos outros factores, alguns extremamente aliciantes, podem despertar a vossa curiosidade, fazendo-vos perder tempo e energia. Vou procurar abordar alguns deles. Genericamente, esses factores de distracção/perda de tempo prendem-se com determinados tipos de contactos com os planos extradimensionais. Por exemplo, não vos deve interessar quem canalizou a informação considerada útil. Como já foi sobejamente referido, não interessa o nome do páss...

Use your wings...

No one can do it for you. Choose to use your wings. (foto minha)

LUCK => Love Undergirding Creationist Knowledge

    'There is no such thing as an unlucky number -- such as "13" -- or an unlucky event, such as crossing the path of a black cat. You make your own luck. Yet luck, in truth, does not exist, if you define "luck" as "unexpected good" emerging " ... out of thin air" for no apparent reason. LUCK is an acronym: Love Undergirding Creationist Knowledge. When you use the knowledge of how to create things in your life ("The Secret"), you must do so from a place of love, never from a place of fear. Fear pushes what you want away from you. Love draws it in.  You cannot create healing from an illness, for instance, if you are in fear of the illness itself and seek to create from that place. Nor can you create abundance from a place of money worries. In either instance, you will have no "luck" at all. Creation starts from a place of LOVE . Loving what IS, and loving what is to come! Got it? Good'   NDW

Reciclar pensamentos...

Cada dia é um novo começo, um novo ciclo que se inicia. Mas se não fizermos uma reciclagem diária aos pensamentos que flutuam e que até por vezes encalham na nossa mente, não chegaremos a bom porto, certamente...

Farsa

Às vezes custa aceitar a "farsa" de alguns humanos..., mas não passam de seres em evolução, tal como todos nós, agindo de acordo com o seu grau de Amor e Consciência. Há que compreender e respeitar... Essas "farsas" não são mais do que as "belezas" e "coisas atraentes" que surgem dentro do túnel que percorremos, que têm como objectivo colocar a nossa visão turva e fazer-nos desviar do caminho, da nossa direcção, seja ela qual for. Teremos, sempre, qualquer coisa a aprendem e a modificar na nossa vida quando a "farsa" de alguém vem bater à nossa porta (também nós já tivemos os nossos momentos de "farsa"), mas entrar em ressonância... não me parece saudável. Uma coisa é certa (pelo menos no meu ponto de vista e forma de ver a vida): quando os humanos tentam enganar os outros com as suas "farsas", estão somente a enganar-se a si próprios... Quantas vezes é que já nos enganámos a nós próprios também? Rita (Angel of Lig...

O medo é uma criação nossa!

O medo é uma criação feita por nós. Se fizéssemos um inquérito para saber do que é que as pessoas têm medo, iríamos obter uma lista enorme de diferentes medos e pavores: medo de ficar fechado num elevador minúsculo, medo das aranhas (coitadas…), medo do escuro, medo das alturas (este eu tenho… ainda), medo dum balão a rebentar… medo de ficar sem o emprego… medo de falar em público… entre muitos, muitos outros. Aquilo que causa pavor a alguém, pode não causar ao vizinho do lado, porque aquilo que nós tememos é uma criação nossa, individual. Poderá ser algo que carregamos de uma vida passada, mas uma coisa é certa: se é algo que se expressa dentro de nós nesta vida, então é porque temos mesmo de lidar com isso, encarar de frente e superar. Foi algo que “criámos” em tempo dentro de nós. Temos que decidir que queremos nos libertar desse “algo” que nos causa tanto desconforto, às vezes até pânico, para que possamos prosseguir com a peça da vida para a frente. Não é em vão que aquilo que ...

Criadores da Realidade!

Somos nós quem cria a nossa própria realidade... e não os outros. Se olharmos bem para todos os acontecimentos da nossa vida, para os que gostámos e para os que não gostámos, ou até para aqueles que continuamos a não gostar, perceberemos que fomos e somos nós quem criou e cria todas as situações por que passámos ou continuamos a passar, através da forma como pensámos ou pensamos em nós. Somos responsáveis pela nossa realidade. Temos o controle nas mãos e o poder de mudar tudo aquilo que desejarmos. Basta que mudemos a "imagem" que temos de nós próprios... Não vale a pena culpabilizar os outros por aquilo que não nos corre ou correu bem. Olhar positivamente para o que não correu bem, é, no meu ponto de vista, a escolha acertada, porque teremos, certamente, sempre algo a (re)aprender... Beijinhos de Amor e Luz Rita (Angel of Light) foto: minha, de uma realidade que criei...

Criando expectativas...

«Entusiasmado com a ideia de ver o castelo, o cavaleiro arrastou a sua ruidosa estrutura metálica ainda com mais rapidez. Chegou ao topo da colina absolutamente sem fôlego. Com efeito, diante dele elevava-se um castelo que bloqueava todo o caminho. O cavaleiro confessou a Esquilo e a Rebecca que estava decepcionado. Tinha imaginado uma estrutura muito elegante. Em vez disso, o Castelo do Silêncio assemelhava-se exactamente a qualquer outro castelo da região. Rebecca riu-se e disse: - Quando aprenderes a aceitar em vez de imaginar, terás menos decepções.» (excerto do livro “O Cavaleiro da Armadura Enferrujada” de Robert Fisher) Muitas das decepções por que vamos passando ao longo do nosso trajecto neste magnífico planeta, devem-se ao facto de estarmos sempre à espera de qualquer coisa. Idealizamos algo na nossa mente, construímos situações futuras, esperamos determinados tipos de comportamentos vindos dos outros e, quando nada «corre» da forma como tínhamos imaginado, ficamos profund...

A Luz continuará a brilhar

Meus queridos leitores, Este blog deixou, a partir de hoje, de ter comentários e passou a ser um blog só de leitura. Já o era para alguns… É algo em que andava a reflectir, há já algum tempo e, neste fim-de-semana, o “click” final surgiu e a decisão foi tomada. O meu blog serviu, serve e continuará a servir, para dar a conhecer, a quem quiser ler, evidentemente, o meu crescimento, os meus desafios, a minha evolução, as minhas emoções e aventuras,… como ser de luz que sou, como «anjo» que sou aqui na Terra, envergando a condição de ser humano. Aliás, somos todos! Muitos é que ainda não perceberam, não aceitaram e não compreenderam isso. A sua altura chegará, certamente. Respeito todos. Nunca tive nem tenho a pretensão de «ensinar» nada a ninguém, porque todos os ensinamentos residem já dentro de cada um de nós. Aqui (re)lembra-se apenas aquilo que já sabemos… mas que, na maioria das vezes, não fazemos. Os ensinamentos estão cá dentro, só que, muitas vezes, não fazemos o download p...

Agora Sou Alguém!

"Eu" Foto de Starseed Este post ficou enorme... desculpem . Mas irão perceber porquê... É especial. Obrigada, desde já, por terem aceite o meu convite de virem até aqui hoje e obrigada àqueles que prosseguirem até ao fim. Fico feliz! “- AGORA SOU ALGUÉM! – Cantou a Pequena Alma, no momento em que se tornou um bebé. Pareceu choro a todos os que estavam na sala, mas a Pequena Alma estava efectivamente a cantar: «Já não sou apenas uma alma! Agora tenho um corpo!» - Sim, agora és alguém! – disse o Anjo da Guarda lá do fundo da sala, juntando-se ao choro. Havia muita gente agrupada à volta do bebé e o Anjo queria que tivessem bastante espaço. Nesse momento, a Pequena Alma ouviu alguém dizer: «É uma menina» e toda a gente fez «oooohs» e «aaaahs!» e alguns até bateram palmas. - Bem-vinda, Ritinha! – disse um deles. - É esse o meu nome? – perguntou a Pequena Alma. - Claro – respondeu o Anjo com um sorriso aberto. – Não estás contente? - Estou! – respondeu a Pequena Alma. – Pelo menos...

A esperança de um mundo melhor está nas nossas mãos

No Domingo, de manhã, dei por falta do meu telemóvel. O Sábado tinha sido muito divertido, mas também cansativo, e, por isso, não me preocupei em ver por onde andava aquele aparelho que, de certa forma, nos tirou a privacidade, mas, sem o qual, já não passamos. Percorremos a casa inteira à procura do telemóvel e… nada. Fomos a todos os sítios onde tínhamos estado na véspera e… nada. Deixei contactos, pedi para me ligarem se alguém o encontrasse e… nada! Se isto se passasse há uns bons aninhos atrás, eu teria ficado muito chateada porque tinha perdido todos os contactos, sms, fotografias, … além de um telemóvel que tinha sido bem caro! E ainda por cima é desbloqueado, nunca mais o vejo, pensaria decerto! Perguntar-me-ia porque é que isso me havia de ter acontecido, que agora não sabia o que ia fazer à minha vida, que não merecia isso, que agora tinha de ir gastar dinheiro a comprar outro telemóvel,… blá, blá, blá! Todos nós já dissemos e pensámos desta forma em situações semelhantes. M...