sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

O Perdão é a Ponte...



"Quando cada um de nós assume a responsabilidade de remover, com o Perdão, os obstáculos que se colocam à presença do Amor, o que experimentamos é a Paz, Alegria e Felicidade que estão para lá da nossa imaginação.

O Perdão é a ponte para Deus
(Grande Fonte), para o Amor e para a Felicidade. É a ponte que nos permite dizer adeus à culpa, censura e vergonha. Ensina-nos que o Amor é a libertação do medo.

O Perdão limpa o ar e purifica o coração e a alma. Põe-nos em contacto com tudo o que é sagrado. Através do Perdão, estabelecemos ligação com o que está para lá da nossa imaginação e do nosso total entendimento. Permite-nos estar em paz com o mistério da vida. Cria a oportunidade para fazermos aquilo que viemos cá fazer:


ENSINAR APENAS O AMOR, POIS É ISSO QUE NÓS SOMOS. "


(excerto do livro “Perdoar” de Gerald G. Jampolsky)

Adoro esta passagem deste livro de Gerald G. Jampolsky. Sim, nós somos Amor… Por isso, só poderemos mesmo ensinar Amor. Reencontremo-lo dentro de nós praticando, entre outras coisas, o Perdão.

Agradeço a todos os Seres de Luz com quem me tenho cruzado nesta vida e que, através desta ou daquela situação, me têm permitido o reencontro comigo própria…
Beijinhos de Amor e Luz,

Angel of Light

Foto: minha

domingo, 13 de Setembro de 2009

Criando expectativas...

«Entusiasmado com a ideia de ver o castelo, o cavaleiro arrastou a sua ruidosa estrutura metálica ainda com mais rapidez. Chegou ao topo da colina absolutamente sem fôlego. Com efeito, diante dele elevava-se um castelo que bloqueava todo o caminho. O cavaleiro confessou a Esquilo e a Rebecca que estava decepcionado. Tinha imaginado uma estrutura muito elegante. Em vez disso, o Castelo do Silêncio assemelhava-se exactamente a qualquer outro castelo da região.
Rebecca riu-se e disse: - Quando aprenderes a aceitar em vez de imaginar, terás menos decepções.»

(excerto do livro “O Cavaleiro da Armadura Enferrujada” de Robert Fisher)

Muitas das decepções por que vamos passando ao longo do nosso trajecto neste magnífico planeta, devem-se ao facto de estarmos sempre à espera de qualquer coisa. Idealizamos algo na nossa mente, construímos situações futuras, esperamos determinados tipos de comportamentos vindos dos outros e, quando nada «corre» da forma como tínhamos imaginado, ficamos profundamente decepcionados, magoados com as situações e com os comportamentos das pessoas.

Nunca pensaram em ver as vossas decepções por este prisma?

Pois bem, se vivermos o nosso dia-a-dia sem criarmos qualquer expectativa, sem esperarmos nada, seja do que for e de quem for, estaremos «imunes» às desiluções que tanto nos podem transtornar. As palavras de ordem são «Desapego», «Confiança» e «Aceitação Incondicional» do que quer que nos venha parar às mãos. Não é fácil, mas não é impossível quando nos empenhamos com todas as nossas forças para que assim seja. Mas isto não é sinónimo de nos submetermos aos «caprichos» dos outros. Nada disso! Daremos, sim, respostas de Compaixão e Amor face a esses mesmos caprichos, porque compreenderemos que o Espírito se manifesta em toda à parte, seja de que forma for… Todos têm o seu papel.

Angel of Light

Foto: minha

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Se nunca leram “O Cavaleiro da Armadura Enferrujada” de Robert Fisher, aconselho-vos vivamente. É um dos melhores livros que me passou pelas mãos nos últimos tempos. Uma história fantástica, simples e curta, que poderá originar mudanças incríveis na vida de qualquer ser humano. Tenho um amigo que tomou uma das mais difíceis decisões da sua vida após ter lido este livro. Enfrentou o medo e mudou, com firmeza, a direcção do seu leme. Retirou a armadura enferrujada…

segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

A Luz continuará a brilhar




Meus queridos leitores,

Este blog deixou, a partir de hoje, de ter comentários e passou a ser um blog só de leitura. Já o era para alguns… É algo em que andava a reflectir, há já algum tempo e, neste fim-de-semana, o “click” final surgiu e a decisão foi tomada.

O meu blog serviu, serve e continuará a servir, para dar a conhecer, a quem quiser ler, evidentemente, o meu crescimento, os meus desafios, a minha evolução, as minhas emoções e aventuras,… como ser de luz que sou, como «anjo» que sou aqui na Terra, envergando a condição de ser humano. Aliás, somos todos! Muitos é que ainda não perceberam, não aceitaram e não compreenderam isso. A sua altura chegará, certamente. Respeito todos.

Nunca tive nem tenho a pretensão de «ensinar» nada a ninguém, porque todos os ensinamentos residem já dentro de cada um de nós. Aqui (re)lembra-se apenas aquilo que já sabemos… mas que, na maioria das vezes, não fazemos. Os ensinamentos estão cá dentro, só que, muitas vezes, não fazemos o download para o disco. Outras vezes, o download já está feito, mas temos uma enorme dificuldade em colocar o programa a correr…

A partilha das minhas vivências na área espiritual é fundamental, no meu ponto de vista, porque acho que já há muitas pessoas que também sentem o mesmo que eu sinto, e passam pelo mesmo que eu passo e, muitas vezes, não encontram «parecenças» ao seu redor, chegando à «distorcida» conclusão que estão a alucinar, porque, os humanos com quem convivem, pura e simplesmente, não as compreendem. Para mim, a espiritualidade é a base de tudo aqui na Terra, pois nada existe fora do Espírito. Sem a espiritualidade, nada faz sentido, porque nós somos, de facto, seres espirituais a viver uma aventura humana e não seres humanos a viver uma aventura espiritual, como durante anos se apregoou.

O meu blog é só mais uma luzinha, no meio de muitas, que ajuda, no que estiver ao alcance e naquilo que cada ser humano pretender e permitir, de acordo com o seu nível consciencial, na implementação de uma Nova Terra, através do Amor, da Paz, da Harmonia… da Vibração que vou semeando aqui. A decisão de regar e fazer crescer a semente que lanço é da vossa inteira responsabilidade. Se o fazem ou não, já não me diz respeito.

Não tenho de me justificar de nada, eu sei. Mas sinto que devo deixar uma palavra a quem sempre teve o carinho em se deslocar até ao “Keep Your Mind Wide Open”, ao longo de mais de um ano (e há pessoas que acompanham este blog já lá vai quase esse tempo), deixando a sua opinião nos comentários. Obrigada do fundo do coração. Resolvi retirar os comentários do blog, porque acho que não faz mais sentido. É simples. É o que sinto. Segui a minha intuição. Se estou certa ou errada, só o verei daqui para a frente. Por agora esta opção é a correcta.

Mas não pensem que, com a eliminação dos comentários, pretendo «cortar o contacto» convosco. Nada disso! Os comentários das pessoas são importantes e a partilha das opiniões é fundamental. Ora, já são várias as pessoas que, ao invés de deixarem um comentário, optam por enviar-me um e-mail, o que se torna muito melhor, no meu ponto de vista, porque, aí, tenho a possibilidade de responder de outra forma e conversa flui de outra maneira. É mais pessoal. Já até fiz algumas amizades por essa mesma via. No blog nunca optei por responder a nenhum comentário por razões pessoais. Respeito quem o faz.

Continuarei a ir visitar os vossos espaços da mesma forma que sempre fui e de acordo com a minha disponibilidade. Mas, mesmo que não o faça com tanta assiduidade, sei, e sinto, que, aqueles que costumam vir aqui, porque, realmente, gostam e se identificam com aquilo que escrevo, aqueles que vão entrando em sintonia com as mensagens que vou depositando aqui, cuja campainha interna toca, continuarão a passar por este espaço, independentemente de haver ou não a possibilidade de deixar a sua «marca». Têm outras vias para o fazer, através do angeloflight21@gmail.com, se assim o sentirem e desejarem, claro. Não há obrigatoriedades de nada. Poderão sempre contar comigo, como sempre contaram.

Bom, já me alonguei muito… mas tinha de partilhar esta decisão convosco. Uma nova etapa se segue neste espaço e na minha vida, claro.

A minha Luz continuará a brilhar
por aqui e por todo o lado…
mesmo por entre aqueles locais
que insistem em permanecer na escuridão.


Resta-me deixar-vos beijinhos de Amor e Luz, salpicados pela a Harmonia e Beleza do local de onde vim...

Angel of Light
(Rita ou Ritinha, como preferirem)

(foto de Angel of Light)

sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Sinais da Mãe Terra


(foto de Angel of Light)

Já que falei em vaquinhas no post anterior, resolvi escrever umas breves palavras sobre a carne que os humanos continuam a consumir aos quilos. Uma vida saudável é fruto, além de outros factores, de uma alimentação equilibrada e sã. Isto não é novidade para ninguém, creio eu. Mas será que comer carne provinda de um animal que passou por um sofrimento horrível na altura da matança é bom para o nosso organismo? É carne morta! Nunca pensaram que, toda a carne que consomem, todos os dias, está carregada de vibrações negativas? Pois bem, meus queridos, tudo aquilo porque o animal “passou” a nível de sensações negativas é transferido e assimilado pelo nosso organismo.

Todas as doenças debilitantes dos dias de hoje existem em grande parte porque nós poluímos o nosso organismo com alimentos não saudáveis, alimentos que deixam resíduos ácidos nas nossas células, nos nossos órgãos e tecidos, como a carne, peixe, farinhas, álcool, café, açucares, entre outros. Perdemos energia por causa do tipo de comida que ingerimos todos os dias e o nosso corpo começa a estar susceptível a determinadas doenças. Os alimentos ácidos são muito mais difíceis de eliminar do nosso organismo do que os alcalinos (vegetais frescos, legumes, saladas, rebentos, frutos). Digo-vos, um ambiente ácido é um verdadeiro paraíso para os micróbios entrarem em acção e … começarem, então, a fabricar aquilo que eles melhor sabem fabricar - as doenças.

Perante isto, pergunto eu: Será que uma dieta baseada em carne, peixe, álcool, café,… faz parte de uma alimentação saudável como tantos apelam? Será benéfica para o bem-estar do nosso corpo físico, mental, emocional e espiritual ? Questionem-se interiormente...

Angel of Light

Legenda da foto: A Mãe Terra vai deixando-nos sinais do que é certo…
até mesmo dentro de um pequeno pacote de batatas fritas.

domingo, 30 de Agosto de 2009

Já enfrentaste a tua vaquinha?



“No passado era comum a educação dos jovens por um mestre particular. Mestre e discípulo corriam o mundo aprendendo com as pessoas e situações que encontravam pelo caminho.
Conta-se que um desses mestres passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando avistou ao longe uma quinta de aparência pobre e resolveu fazer uma visita.
Durante o percurso, falou ao jovem sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizagem que temos, mesmo com pessoas que mal conhecemos.
Chegando à quinta, constatou a pobreza do sítio. Uma pequena casa de madeira, poucos móveis. Os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. Então aproximou-se do homem mais velho, o pai daquela família, e perguntou:
- Neste lugar não há comércio e não há muitos sinais de trabalho, como é que o senhor e a sua família sobrevivem aqui?
E o senhor calmamente respondeu:
- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os
dias. Uma parte desse leite é para o nosso consumo. Com a outra parte, maior, nós produzimos queijo e vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros alimentos. Assim vamos sobrevivendo.
O sábio agradeceu a informação, contemplou o sítio por uns minutos, depois despediu-se e foi-se embora. No meio do caminho, dirigiu-se ao seu fiel discípulo e ordenou:
- Aprendiz, pega na vaquinha, leva-a ao precipício ali à frente e empurre-a
lá para baixo.
O rapaz arregalou os olhos, espantado, e questionou o mestre sobre o facto de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família. Ao ver o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem.
Empurrou a vaquinha morro abaixo e viu-a morrer. Uma cena que atormentou o
jovem por muito tempo.
Alguns anos mais tarde, ao fazer o mesmo percurso, o aprendiz, já não tão jovem, resolveu voltar àquela casa para ver como estava a família que ele pensou ter destruído, ao acabar com o único meio de sobrevivência que tinha: a vaquinha.
Quando se aproximou do local, avistou uma quinta muito bonito, com árvores floridas, uma bela entrada, uma grande carroça e algumas crianças a brincar no jardim. Ficou triste e desesperado, pois pensou que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Apressou o passo e assim que chegou foi recebido por um senhor muito simpático. Perguntou sobre a família que ali morava há alguns anos.
- Continuam a morar aqui, respondeu o caseiro.
Espantado e incrédulo, entrou a correr na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o sítio e perguntou ao dono da casa, o antigo dono da vaquinha:
- Como é que o senhor melhorou a quinta e está bem de vida?
E o senhor respondeu-lhe:
- Houve uma altura em que tínhamos uma vaquinha, mas ela caiu no precipício e morreu. Daí em diante, começámos a plantar, a cuidar das árvores de fruto, da horta, a fazer alguns instrumentos e outras coisas manualmente...
Começámos a ir mais vezes à cidade para vender os nossos produtos e a comprar ferramentas. Tivemos de fazer outras coisas e desenvolver
habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E aprendemos muito!”
Parábola de autor desconhecido

Muitas vezes somente mediante situações extremas, é que o ser humano consegue perceber que a mudança, a transformação interior é fundamental para prosseguir o seu caminho. A família da parábola nem se apercebeu que a morte da vaquinha só veio “desbloquear” o seu caminho evolutivo… Mas isso também não é importante. O que importa é que a família deu a volta e seguiu o rumo da mudança. Mas muitos há que nem com a morte da sua vaquinha decidem investir na mudança. Permanecem nos banhos do mar das lamentações, como se tudo de mal lhes acontecesse.

Todas as vaquinhas que vão morrendo ao longo da nossa vida, tomando variadíssimas formas (“partida” de alguém, uma separação, uma doença, o desemprego, etc.) não são mais do que “empurrões” para que abramos, sem medos, a porta do desconhecido. Na realidade, a morte de uma vaquinha não é mais do que uma oportunidade de aprendizagem… para que tomemos a nossa decisão e façamos a nossa escolha. Só há duas opções em escolha quando a vaquinha morre: reconhecer e investir na mudança ou permanecer rigorosamente na mesma.

Já enfrentaste a tua vaquinha?
Angel of Light
(foto de Angel of Light)

domingo, 23 de Agosto de 2009

O Poder do Amor


"Quando o PODER DO AMOR superar o amor ao poder,
o mundo conhecerá finalmente a Paz."

Jimi Hendrix

(compositor, cantor e guitarrista norte-americano)

Foto de Angel of Light

quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Uma forma de Ser...


(foto de Angel of Light)

“O «t.p.c.» (trabalhos para casa) é diário, constante. O melhor proveito de qualquer curso, seminário ou livro é tirado no nosso dia-a-dia… por forma a se ultrapassarem os velhos desafios!... “

Foi assim que terminei o último post e é assim que começo este como forma de completar o outro.

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Antes de mais, obrigada a todos aqueles que lêem o que por aqui vou deixando (e alguns há já bastante tempo). Os meus posts são, na sua maioria, grandes, eu sei, mas não consigo me exprimir de outra forma. Obrigada aos que chegam até ao fim dos textos… Esta é a minha maneira de ver e viver a vida actualmente, esforçando-me, todos os dias, por melhorar um pouco mais através de tudo o que me vem parar às mãos. Espero que, de uma maneira ou de outra, este meu sentir possa «conectar» com o vosso coração,... se assim o desejarem, claro. A decisão é vossa e o meu respeito, pela vossa escolha, é pleno.

Somente sigo aquilo que o meu coração diz…
Sinto-me alinhada com ele.

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Voltando ao «t.p.c.» que falei no outro post, este deve ser mesmo contínuo… se assim o quisermos, evidentemente. O «t.p.c.» não é mais do que o trabalho diário...

O trabalho diário é uma forma de Ser.

Estarmos despertos àquilo que o nosso coração diz, seguir a nossa intuição, é um bom começo. Quantos de nós não se olham no espelho e sentem que há muito mais para além da imagem que se vê reflectida? É a voz do coração a falar, a nossa verdadeira essência a querer (re)nascer… Somos, sim, altíssimas entidades deste magnífico Universo, seres espirituais a viver uma aventura humana. Temos de aceitar e assumir isso bem dentro de nós. E muito disto é reforçado através dos resultados provenientes do uso e abuso de algumas das ferramentas que a Nova Energia colocou ao nosso alcance. A co-criação e a intenção são bons exemplos. Daí o trabalho diário passar por co-criarmos aquilo que acharmos conveniente para nós naquele momento. Já falei algumas vezes sobre a co-criação, pelo que, quem ficou curioso acerca deste tema, veja aqui do que estou a falar. Continuando... e daí o trabalho diário passar também por sermos e agirmos de acordo com a nossa essência que é Paz, Serenidade, Amor, Luz…

Qualquer um pode ser Paz e Serenidade. Qualquer um pode ser Amor e Luz… porque somos feitos de Amor e Luz. E não venham com desculpas do género “Isso é muito avançado para mim, … eu só comecei agora… li ainda muito pouco sobre o assunto!” Puro ego a falar e a fazer o seu trabalho de desviar a vossa atenção. Quantos analfabetos se iluminaram ao longo dos tempos, tempos esses em que nem havia livros sobre espiritualidade, nem tão pouco cursos e seminários? Foram muitos… Os livros, os seminários, os cursos são precisos, mas não são essenciais. Quantos de vós já frequentaram seminários, cursos e leram muitos livros e a vossa vida não mudou rigorosamente nada? Alguma coisa não funcionou… porque não quiseram que funcionasse. A decisão está nas vossas mãos. A escolha é vossa. Se assim o entenderem, façam o «trabalho para casa», em casa, fora de casa, em qualquer sítio, lugar, momento, a toda a hora, minuto, segundo, continuamente… Pratiquem o que «absorveram»… deixando de dar ouvidos ao ego e eliminando o medo. Vibrem, diariamente, Amor, Luz, Tranquilidade, Compreensão, Aceitação, Respeito, Compaixão, Perdão, Alegria,… e Harmonia!

Todo este trabalho diário não é mais do que assumir a nossa função de Trabalhadores da Luz… trabalhando e expandindo a Luz que brilha dentro de nós.

Angel of Light