quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Eu escolhi chamar-lhe "Partida". E tu?



Na semana passada, a mãe de alguém que gosto muito, partiu para “Casa”. Quando alguém parte, é normal, o ser humano ficar abalado, triste, com saudades . Mas muitas vezes (para não dizer sempre) as pessoas ficam completamente sem forças, de rastos, ... quase como se o mundo tivesse acabado!

Isto acontece porque a maioria das pessoas não sabe o que é a “morte” e, consequentemente, tem medo dela... tem medo do desconhecido. Isto acontece porque a maioria das pessoas pensa que, com a morte, perde alguém (apego), quando, na realidade, nós não perdemos nada, porque também não temos nada, nem possuimos ninguém. Ora aqui está uma boa razão para começarmos a trabalhar o desapego, porque, senão o fizermos, sofreremos muito mais quando alguém “parte”. E não me refiro só ao desapego às pessoas. Falo também do desapego às coisas, a todo o mundo material. Meus queridos, nós não possuímos NADA!!!

Bem, o assunto “morte” ainda é muito delicado para muitos e nada bem encarado para outros tantos. Mas, porque acho que é importantíssimo para a nossa evolução e crescimento espiritual (e não só), resolvi abordá-lo, hoje, aqui.

E nada melhor do que uma carta escrita a uma amiga sobre a morte da sua querida irmã! Leiam, por favor, e vejam como aquele “bicho papão” que é a “morte”, é algo tão simples... que até nem existe!... Esta carta foi retirada, com a devida autorização, do blog do meu querido Starseed – The Sleeper Must Awake - E é isso mesmo que todos devemos fazer... Acordar de um sono bemmm loooongo...

Ora leiam.


"Olá amiga!

Em primeiro lugar e por mais estranho que te possa parecer, convém saber que a morte não existe! Morte é uma palavra que devia ser retirada do vocabulário humano, pois está associada a uma ideia de fim. Ora, não há Fim. A vida não termina com aquilo a que chamamos de "morte". A "morte" não existe, é uma ilusão. Existe apenas a vida. A "morte" é uma passagem! Uma passagem de um estado de consciência para outro. Como diz Kryon " a morte é apenas o fim de uma determinada forma de manifestação, o fim da função terrena e o retorno à condição de autor da missão". A "morte" não é um fim, é um Novo Começo! Devia ser uma celebração, uma festa e não uma tristeza. Em vez de dizermos, "aquela pessoa morreu", devíamos dizer, " aquela pessoa desencarnou", pois deixa de estar encarnada na Terra e passa a estar encarnada noutro lugar, noutro plano, noutra dimensão. Na verdade, depois da "morte", ficamos uns tempos de "férias". Merecidas "férias", pois a aprendizagem nesta escola, que é o planeta Terra, é muito dura. Nessa altura veremos a nossa graduação e o nosso aproveitamento nas diferentes disciplinas. Depois verificamos se existe necessidade de repetir alguma disciplina ou não. Quando menos esperamos aqui vimos nós outra vez, anjos disfarçados, preparar mais uma encarnação. Sim, somos nós que, de outras dimensões, planeamos a nossa aprendizagem e todas as situações da nossa vida. Atenção que isto não é destino. O destino não existe. O destino dita soluções, nós só criamos os problemas. As soluções são dadas por nós aqui na Terra. É isso amiga, antes de falar sobre a "morte" da tua irmã, é necessário dizer o seguinte: convém começar a compreender e aceitar a ideia (por mais bizarra que seja) de que és, tal como a tua irmã e todos os seres humanos, muito mais do que um simples corpo físico. Nós somos entidades de Luz (esquecidas que somos anjos disfarçados de seres humanos), provisoriamente encarnadas na Terra em aprendizagem, para podermos evoluir espiritualmente até regressarmos a Casa, à nossa origem. Amiga, a "morte" da tua irmã não foi por acaso. Mesmo que não pareça, as "mortes" são todas oportunas e têm uma função em relação ao Todo e às pessoas do seu grupo de relações (familiares e outras). Em relação a ti amiga, tão chegada à tua irmã, tenho a certeza que a sua "morte" teve uma nobre missão de Amor: a tua irmã abriu amorosamente uma janela, uma oportunidade para que possas despertar para a tua espiritualidade, para a tua verdadeira essência! Portanto amiga, considera a morte da sua irmã com muito Amor e encara com paz e compreensão esse acontecimento. O mal-estar e a saudade pela pessoa que partiu é aceitável... mas não fiques presa ao passado nem às tristezas, pois isso não facilita a partida da tua irmã. Sorri, dá-lhe forças e energia. A tua irmã sentirá! A pessoa que partiu continua a viver e poderá emitir sinais disso! O Amor que sentes pela tua irmã é compartilhado por ela mesmo depois da sua "morte"!

Um abraço, muita Paz e Luz!"


Pois bem, eu substituo a palavra “morte”, por “partida”. Sim, trata-se de uma partida. E, da mesma forma que vivemos com alegria a “chegada” de alguém (o nascimento), também deveriamos fazer o mesmo com a “partida” de alguém, porque tudo tem o seu propósito, a sua razão de ser. Meus queridos, nada, mas mesmo nada acontece por acaso.

E se agirmos desta forma, iremos ajudar a “partida” da alma que desencarnou, através da nossa tranquilidade e alegria. Nunca pensaram que o facto de ficarem de rastos com a “morte” de alguém, não ajuda em nada a sua “partida”?

Os católicos rezam missas por alma de determinada pessoa. Aqui está uma das muitas maneiras que existem para ajudarmos quem partiu a encontrar melhor o caminho para a casa... para a Luz. Há quem envie energia, há quem toque tambores, há quem cante,... não importa o tipo de manifestação. Importa sim a postura a ter perante essa manifestação e a melhor envolve, sem dúvidas, a alegria e a paz. De nada serve estarmos envolvidos por um mar de lágrimas! Não ajuda!

Para que tudo isto se desenrole desta forma, é fundamental, meus queridos, que cada ser humano comece a perceber quem realmente É – as coisas nem sempre são o que parecem - e o que anda aqui a fazer. Se assim o desejar e quiser, claro! Caso não o queira, será respeitado e prosseguirá com a sua vidinha mundana da melhor forma que sabe... sem nunca ser condenado por isso, porque o livre-arbítrio é sagrado! A escolha é de cada um.

Eu escolhi chamar-lhe “Partida”. E tu?

31 comentários:

MoonLight disse...

Eu chamo-lhe um "até já*"... que os encontros de Almas não demoram e o tempo não existe.
Belíssimo, como sempre. Deveras inspirador!
Obrigado por esta partilha tão bela!
Também eu me vou preparando neste caminho para os "até já" que vão acontecendo!

Bjitos bem luminosos*

Maria Clarinda disse...

Sim "partida" ou "até já" como diz a Moonligtht.
"Cota" como sou, já assisti, já vi muitos partirem...alguns ainda de mão dada com a minha!
Bela a carta do Satarseed que tão bem a soubeste aproveitar,e, como eu vi a sua amiga ficar tão leve quando a recebeu...
Todas as partidas tem que ter um reencontro ou não, seja onde for, tenhamos a forma que tivermos...pelo menos com um alguém eu quero encontrar-me, será que é possível?
Não sei...mas um dia saberei.
Lindo o teu post, como não podia deixar de ser...
Beijos muitoooooooos!

Pena disse...

Maravilhosa Amiguinha:
Tudo evolui ao ritmo do existir. Cá ficam os nossos encantos, ternuras, meiguices e sonhos que se prolongarão marcantes na enorme "aventura" da vida.
"Partir" é normal. Deve ser aceite como tudo de pessoal, social ou humano que faz parte do nosso Ser/Estar/Sentir num Planeta lindo e extraordinário que é o nosso, como VOCÊ é.
Acima de tudo quero deixar aqui presente uma circunstância: A DIGNIDADE de "partir" como a DIGNIDADE de viver na irrealidade de um sonho doce, mas transitório: A VIDA!
DIGNIDADE. Morrer com DIGNIDADE, é o que sentirei um dia...
Serei DIGNO, mesmo na partida. Penso que comporta um GIGANTE valor.
Beijinhos amigos de respeito imenso pela sua pureza e beleza enternecedora.
Deslumbrado...

pena

A minha escolha é: "Partir" em DIGNIDADE, amiguinha doce.
Será "Um até BREVE"..."

Bem-Haja pela ternura, amiguinha, mesmo consciente do que fala admiravelmente.

MENSAGENS AO VENTO disse...

...eu a chamo "passagem"...


Penso que a morte é apenas uma passagem para um outro estágio de vida... Dificil a passagem? Creio que deve ser, por isso, como você mesmo escreve, é tão importante o desapego das coisas e das pessoas...Nada nos pertence e quando partirmos, nada levaremos...

Obrigada pela excelente leitura!


Beijos de luz e o meu carinho...

Mariz disse...

Eu chamo "viagem"...
Estive 1 ano e meio a preparar-me para a partida do meu pai... - já que tinha 93 anos, mas sempre lúcido e independente. porém comecei a observar muitas doençazinhas sem muita importância e senti que nãoficaria cá muito meis tempo. No dia, 18 Maio, ele foi de viagem de repente. encaminhei-o para a Luz, meditando, rezei, apelei ao anjo da guarda dele, vesti-o, e disse-lhe adeus para o céu, na altura em que o caixão descia. NUnca deitei uma lágrima.
Aquando da missa do 7º dia, eram 10h da manhã acordei com o chão do meu quarto replecto de pétalas de camélia branca e o resto da flor, pousaa no braço do sofá que estava colocado aos pés da cama.
Aí chorei...porque percebi que ele foi despedir-se de mim, enquanto alma pois sabia que eu estava preparada para palmilhar o CAMINHO que tinha escolhido! - entrou-me agora um cisco para o olho....é do vento que faz aqui por casa!
De referir que morava sózinha - 2003.O único ser que estava comigo era o meu cão.
Beijinhos meus.
MAriz

Paula Raposo disse...

Eu concordo contigo. Começo, agora, a entender muitas coisas que ainda não tinha entendido. Muitos beijos.

frAgMenTUS disse...

AnjoLuz,concordo que se deva chamar partida, q o desapego deva ser uma prática diária como exercício de sabedoris; mais, acho q tds deveríamos ser cremados (é higiénico, barato e traduz o tal desapego pela matéria, ou q vai restando dela), q deveríamos vestir branco e não preto, por simboluizar o reencontro com a luz...mas nem me quero imaginar a perder alguma cria ou quem amo...a sério, acho q nada faria sentido. e tu, achas q encararias assim se vivenciasses uma perda terrível, como mãe q tb és?...oxalá morramos primeiro, pelo menos, falo por mim mas o universo terá os seus desígnios...
bom fim-de-semana e bjs luz e paz

LOURO disse...

querida amiga Angel, Concordo contigo,isto é uma passagem com aprendizagem da vida,e como tu chamo-lhe PARTIDA.
Obrigado pela tua visita e comentário,
Bom fim de semana,
Beijinhos de carinho e amizade
Lourenço

Hanah disse...

Angel,

muito interessante o post...
li uma parte... volto a ler a sequencia...

sinto que é assim que deve ser...

***

passei por aqui também, para dizer que há algum tempo, deixei-te um carinho, Prêmio Dardos lá no Blog, agora vais ter que ir a seção selos e procurar, é o primeiro da lista...
E também para te dizer que até antes mesmo de ser iniciada, já sentia-te um anjo....

obrigado pela sua amizade e sua luz

Bjo grande

Hanah

Carla Sofia disse...

Querida irmã de luz, eu chamo de Regresso, porque acredito que quando se morre, regressamos ao nosso estado de ser...
Mas deixa-me dizer que embora acredite nesse regresso, nem sempre o sinto. É que mesmo para recordar o que já sabemos é preciso muita e muita persistência, facilmente podemos ser desviados do caminho.
Quando alguém próximo de nós regressa ao lar, nós ficamos tristes porque achamos que esse alguém perdeu algo, mas na verdade esse alguém ganhou finalmente a sua liberdade.É tal qual a citação de Chardin que tenho no meu blog: «não somos seres humanos a passar por uma experiência espiritual. Somos seres espirituais a passar por uma experiência humana.» Creio que esta frase diz tudo...
beijinhos cintilantes de luzes
e um xi-coração muito sentido

Maripa disse...

Olá,querida Angel!

Partida é um nome que se pode dar,porque duma partida se trata ,de facto.

Mas porque pôr de parte a palavra morte? Morte também siginfica a separação entre a alma e o corpo,que marca a passagem a outro estágio espiritual ou à vida eterna.

Na vida nada é nosso...Quando partimos apenas levamos a acções que praticámos,nada mais. Devemos esforçar-nos para que o AMOR seja
primordial nas nossas vidas.

Beijo carinhoso,querida.

O meu e-mail: maripa.2008@gmail.com

kakauzinha disse...

Minha querida e doce Angel, é sim, uma "partida" mas, terrena que é a nossa pele, sentimo-la como dor dilacerante na alma e no corpo, mesmo acreditando nesta "passagem".

Penso, sobretudo, na dor de perder um filho e só não desejo passar por isso porque ainda que nos armemos de toda a coragem a dor da saudade é sentida como um castigo, seja ele ou não.

Já partiram muitos que eu amo e não posso deixar de me sentir mais pobre. Espero que a vida que escolhi me dê o que os simples mortais desejam, envelhecer e ser eu a partir antes dos meus para que, chegada a "Casa", possa zelar por eles, mas tammbém rever todos os que perdi, incluindo os meus animais.

Beijos azuis no teu coração****

Pedro Filipe disse...

Há muito que a sigo, há muito que sou daqueles que leio, guardo aprendo, e, saio de mansinho,porém hoje não o podia fazer sem lhe dizer apenas isto" perdi a minha filha de apenas 2 anos, há 6 meses , a dor como pode imaginar, pois tem 3 filhinhos que serão amados com o amor maior tenho a certeza, é de um tamanho inconsumerável, e nem as suas belas palavras neste momento podem amenizar essa perda a que chama de partida...sim , é uma partida, concordo, mas sabe uma mãe e um pai não tenhem descernimento para nesse momento pensar em tudo isto. Seria bom, que já estivéssemos realmente num patamar tão elevado de evolução ,para que quando é na nossa casa que acontece, pensar tão bonito assim.
Desculpe o desabafo, voltarei sempre como o tenho feito para a ler, e aprender, mas por favor pense naquilo que lhe digo, não poderemos ver de um modo tão belo a partida de um ser que tanto amamos, sem querer imediatamente partir com eles!
Obrigado e desculpe mais uma vez.

Angel of Light disse...

Olá querido amigo Pedro Filipe.

Obrigada pelo seu testemunho.

Gostava muito de poder falar consigo, mas não tem blog anexado...

Não costumo responder a ninguém aqui nos comentários. É a primeira vez que estou a deixar mensagem aqui para alguém. Espero que a veja.

Por uma questão de ética, não lhe vou responder aqui, mas gostava mesmo muito de poder falar consigo... de ajudar...

Se me quiser escrever, para podermos falar, deixo aqui o meu e-mail:

angeloflight21@gmail.com

Sinta-se à vontade para o fazer, ou não. Compreendo e respeito.

Até lá, muita força e não deixe de tentar compreender a sua verdadeira essência... para melhor caminhar na sua jornada.

Um enorme beijinho de Amor e Luz para si e para a sua mulher.

Angel of Light

Serenidade disse...

Minha querida amiga e irmã de luz. Sinto tudo o que li como uma realidade de factos que, aos olhos de muitos, ainda é como um conto de fadas. Eu sinto-o verdadeiro e acredito que assim seja, só assim faz sentido a vida e determinados factos da vida. Efectivamente nada acontece por acaso e se conseguirmos analisar nossas vidas e verfificarmos que temos uma missão com todos aqueles com que nos cruzamos, com que nos relacionamos, teremos uma vida muito mais significativa, e não precisariamos de passar pelas mesmas aprendizagens vezes sem conta.

No que diz respeito às partidas. Tive uma, numa fase da vida em que ainda não tinha a consciência de hoje. Foi demasiado dolorosa, a ponto de ter colocado em risco a própria vida, pelo facto de ter, quase, desistido de viver. A única coisa que me mantinha viva eram os meus pais e o sonho que "ela" tinha para mim. Mas acredito que a sua partida, foi um acto de amor. Um acto de amor, porque me pertiu evoluir, muito, como pessoa, como ser espiritual que sou. "Ela" sempre me dizia "esta menina não é deste mundo" (por gostar de andar rodeada de flores e de estar sempre no meio dos campos à sua procura) - não deveria ela ter consciencia da verdade que dizia, não só em relação a mim, mas a todos nós. Sofri muito com a sua partida, pela ignorância e ilusão da separação e da não existência do "lado de lá". Hoje, e desde há muito, sinto-a sempre ao meu lado, sinto-a como meu anjo da guarda. sem dúvida que sim, muitas vezes sinto sua presença, pode parecer estranho (para alguns) mas ... Desde sempre gostei de conhecer aspectos que se relacionassem com o que nossa parca visão não consegue ver. Depois de algum tempo da sua partida, e depois de melhorar um pouco da profunda depressão e consequências que daí advieram, comecei a pesquisar e hoje, embora sinta que nada sei, há coisas que, ao ler, sinto-as minhas, como uma verdade intrínseca de todos nós: seres de luz, seres divinos de passagem pela Terra.

Reli o texto acima, sei que há muito nexo no que referi...desculpa. Sinto que tenho muito para dizer, mas pouco sai, as palavras e os pensamentos atropelam-se... desculpa. Ainda tenho muito para evoluir, para aprender, para exprimir e sentir...

Escolho a palavra PARTIDA, sem dúvida.

Serenos sorrisos

Lucy disse...

Querida Angel,

Eu chamo 'travessia'. Para mim, viagem é esta que estamos fazendo na Terra e, então, a 'partida' passa a ser o "Regresso".

Regressarei mais vezes aqui,
Um abraço e obrigada pelas tuas palavras sempre tão ternas.

Já escolheste a Ponte?
Lucy

Sol da meia noite disse...

Partida... que nos faça sentir uma doce saudade.
Não um terrível desespero.

Querida, obrigada por esta preciosa partilha.


Xi-coração...

Sindarin disse...

Olá amiga, desculpa ter demorado mas andei á procura da foto k te queria enviar das crias de pombo no meu canteiro e já alguém a apagou. Com mais gente a mexer nas coisas não dá bom resultado. Não sei se poderei mandar uma da neu ou te peço desculpa novamente. Um imenso beijo.

Sindarin disse...

Quanto à carta. É bela. Eu penso que todo o tempo em k andamos cá, é-nos simplesmente dado para fazermos com ele o nosso melhor, só k a maior parte das vezes perdemo-nos ou ficamos parados a pensar o que fazer e para onde ir sem k isso importe porque o k conta foi o resultado das coisas boas e a soma desse tempo k tivémos. Para mim sempre achei k não se vai, apenas se deixa de aparecer no aspecto físico, porque a luz k temos dentro e o amor, a força de deixarmos (com os outros) e levamos (deles) connosco marcada na lembrança, vive eternamente. Ao meu lado eu sinto sempre alguém que amo profunda e indiscriminadamente porque sei k me acompanha e vela por mim, por isso estou sempre a senti-lo, na brisa do vento, no múrmurio das fontes, ou no perfume das flores. Um beijo imenso para ti

Violeta disse...

Teria muito a dizer sobr eo tema; mas simplificando. sim chamo-lhe partida.
bjão querida Angel, cheia de luz

Bandys disse...

Oi,
Saudades tambem, nossa. Quanto tempo!!
Feliz de ver la e aqui.

Eu chamo de passagem com um ate breve.


beijos e não suma hein!!

gaivota disse...

também digo "partiu... já partiu..."
a saudade fica, a dor, a mágoa...
beijinhos

Brisa da Manhã disse...

Olá! Tudo bem com você? Eu nunca usei a palavra "morte". Quando plantamos uma semente, dizemos que ela morreu? Não! Assim nós... fazemos uma passagem para o plano superior. É o momento em que o espírito se livra do pesado corpo físico. Nós que ficamos sentimos é certo! Quanto mai querida a pessoa, mais sentimos, mas tem que ser uma saudade saudável. Tristeza, não! Beijos suaves da Brisa da Manhã

Derfel disse...

Olá, mana de LUZ

Primeiro gostava de dizer-te que aqui tens um belíssimo post. Belíssimo para o Coração, para a Alma, para o ser divino que somos...

Como todos os outros, sei que também este ajuda muitas pessoas :)

Assim, fica aqui o agradecimento desta tua Dádiva a Nós e ao Planeta :)


Também te deixo luzinhas às cores, quais "nuvens brilhantes" que se unem num só diamante brilhante e "cantam" em uníssono :)

Knight_Derfel
"SOMOS LUZ dentro de nós"

Sei que existes disse...

Não lhe dou nome nenhum em especifico... mas concordo totalmente com este texto!
Beijocas grandes

Laura disse...

Olá. Chamem-lhe o que quiserem, é apenas um até breve, na certeza de que seremos encaminhados para perto daqueles que nos amaram e a quem amamos...
Livre arbítrio, sempre, cada um sabe de si, e No Alto as forças do Bem, sabem de todos!...

Meu pai partiu e antes de saber que já tinha iniciado o regresso ao lar, recebi um cheiro forte a flores, (Era uma e vinte e cinco da manhã) tantas flores, e ainda por cima estava constipada...e o mais que pudesse aspirar era o cheirete das minhas pantufas...mas não, cheirava a rosas, a cravos, e eu inebriada, aspirava até onde conseguia reter dentro de mim a suave essência das flores. Durou mais de 5 minutos, e lá se foi o cheiro. De manhã quando acordamos, a minha vizinha veio bater à porta e dar a triste noticia, triste pois, por mais que digam o que digam, dói, dói muito separarar-nos do ser que nos criou e por nós lutou para que nada nos faltasse. Perguntei a que horas foi, lembrando-me daquela hora. A minha vizinha disse; meia noite e meia, e ai pensei, eu senti mais tarde, mas deve estar ligado à partida dele. Dias depois vem a Certidão de Óbito pelo correio e dizia; hora de falecimento; uma e 30, 1,30 da manhã!... Ora entre a 1,25, eu olhei para o relógio pois o meu marido veio buscar a Neide que tinha adormecido na minha cama, costumavamos ler a Biblia e rezar as duas...e era essa hora a hora a que eu comecei a sentir o cheiro das flores...
Beijinhos, e claro que não me portei à maluca aos gritos e aos berros no funeral, limitei-me a estar ali ao aldod ele sem fazer fitas... queria tanto pegar na smãos dele e toquei nelas apenas com o olhar, fiquei estática sem poder dobrar os nós dos dedos, mas depois passou...claro que chorei, chorei pois, era o meu pai, o Homem que eu mais amava neste mundo...

Vergilio Torres disse...

Além-horizonte.

Je Vois la Vie en Vert disse...

Querida Angel,

Belo texto !

Eu chamo de "passagem" porque para mim é a passagem para o outra lado da porta, a porta que se encontra mesmo aí pertinho mas que só poderemos abrir quando for a nossa vez.

DESEJO-TE UM FELIZ NATAL A TI, AOS TEUS QUERIDOS FILHOS E À TODA A TUA FAMÍLIA !

Beijinhos verdinhos

Multiolhares disse...

Muito difícil para os comuns dos mortais entenderem ou sentirem a morte como algo normal, uma consequência do nascimento, todos devíamos nos preparar para desencarnar, pois penso que é o desconhecido que nos faz ter medo, mas se aprendêssemos o que é a vida seria mais fácil o entendimento sobre a morte, e cada um de nós deveria estar preparado para quando os nossos entes queridos tivessem de fazer a passagem a outros planos cósmicos os ajudarmos nessa caminhada com palavras doces, calmas, segurando a mão para esse ser despir a roupa velha o corpo que aprisiona o que somos de verdade a nossa essência a nossa luz

beijinhos de luz

moonlight song disse...

Querida Angel :) a partida... o até já. A forma como encaramos a "morte" é determinante para aceitar a partida de alguém. è também entender que não possuímos nada nem ninguém. A amar é também isto. E ter a tolerância para amparar quem não o consegue ainda fazer. Demonstrar enquanto estamos juntos. Gosto de ti :D. Apeteceu-me dizê-lo. Beijinhos.

Bernardo Ramirez disse...

Li Reflecti Gostei - mas já o tinha lido antes...

Fico feliz de encontrar pessoas que estão no mesmo comprimento de onda, mesmo que cada um acabe a percorrer o seu caminho de forma diferente.

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